Depende do contexto técnico, do tipo de subsistema e de critérios econômicos e de instalação.
🔹 Cobre
Mais robusto mecanicamente, excelente durabilidade, menos problemas de corrosão e compatibilidade. Por isso é padrão em captores, descidas, anéis e aterramentos (principalmente partes enterradas).
🔹 Alumínio
Boa condutividade e custo menor, interessante em longos trechos aéreos e grandes coberturas. Porém exige muito cuidado com corrosão galvânica (contato com cobre/aço e umidade) e normalmente não é recomendado para partes enterradas.
A NBR 5419 não “proíbe” alumínio em SPDA; ela define condições, seções mínimas e restrições de uso (principalmente em partes enterradas e em ambientes agressivos).
Cobre acaba sendo o “padrão de mercado” porque evita vários problemas de compatibilidade e tem histórico excelente de desempenho e durabilidade.
Em resumo: para confiabilidade e menor risco de erro de instalação, o cobre costuma ser a escolha mais segura, principalmente em aterramentos e conexões críticas. O alumínio pode ser muito bem-vindo em algumas partes do SPDA, desde que o projeto seja bem detalhado e os cuidados com corrosão e interconexão sejam seguidos.