A norma de SPDA evoluiu — e quem dimensiona para raios precisa estar atento a isso.
O que antes chamávamos de “Gerenciamento de Risco” agora se chama “Análise de Risco”, e essa mudança não é só de nome.
Ela representa uma definição mais clara do que realmente importa proteger: vidas humanas (L1) e patrimônio cultural (L3).
Perdas econômicas e de serviço público saem do escopo central da análise.
O processo passa a ser mais direto: identificar a estrutura, avaliar quantitativamente os riscos R1 e R3, e compará-los com os valores toleráveis pela norma.
Menos ruído. Mais foco no essencial.
Isso elimina da análise tradicional as perdas de serviço público e valor econômico. O procedimento mantém a identificação da estrutura, avaliação quantitativa dos riscos R1 e R3, e comparação com valores toleráveis.
Se você projeta ou especifica sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, entender essa evolução metodológica faz diferença no resultado final do seu dimensionamento.