NBR 5419 2026 – Mudanças no Sistema de Aterramento e Materiais
A eficácia de um SPDA depende fundamentalmente de um aterramento bem executado.
A norma revisada redefine os parâmetros para sua concepção, focando na padronização e na durabilidade.
A principal: eliminação do Arranjo A, padronizando apenas o Arranjo B com condutor em anel externo.
Resultado? Melhor equipotencialização e maior eficácia na proteção contra descargas atmosféricas.
A vantagem prática do Arranjo B é clara: você tem melhor controle sobre o potencial em toda a zona de proteção, reduzindo riscos de tensão de passo e de toque. A equipotencialização mais eficaz também melhora a dissipação da corrente, tornando o sistema mais robusto.
Por isso a NBR 5419:2026 padronizou apenas o Arranjo B. Não é que o A fosse ineficaz, mas o B oferece desempenho superior com uma padronização que facilita projeto e execução.
Novos materiais também entram em cena: cabo de aço cobreado com seção equivalente ao cobre (vantagem econômica real) e cobre nu aplicado direto no concreto, aproveitando a fundação como eletrodo natural.
⚠️ Atenção: aço zincado a quente na transição concreto-solo está fora.
Estudos comprovam corrosão acelerada nessa interface. Projetos antigos precisam revisar especificações de materiais para garantir continuidade elétrica.
Sua instalação está atualizada com a nova norma?
As implicações práticas são diretas! Projetos antigos devem revisar o sistema de aterramento e a especificação de materiais.
